
⚡ Em Resumo:
- O que é: A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou a Operação Intruso para investigar a invasão do celular de uma vítima e o acesso não autorizado a sistemas restritos do Poder Judiciário.
- Números principais: Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, um em Goiás e outro no Distrito Federal, além de um mandado de prisão preventiva.
- Onde: As ordens judiciais foram cumpridas em Goiás e no Distrito Federal, com investigação conduzida pela Polícia Civil de Santa Catarina.
- Quem afeta: O principal investigado foi preso preventivamente e é investigado, em tese, por invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.
O que é a Operação Intruso deflagrada pela Polícia Civil de Santa Catarina?
A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, na manhã desta quinta-feira (27), a Operação Intruso para apurar a invasão do telefone celular de uma vítima e o posterior acesso indevido a sistemas restritos do Poder Judiciário. A ação foi coordenada pela Delegacia de Defraudações da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), em conjunto com o Núcleo de Inteligência e Segurança Institucional do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (NIS/TJSC).
A operação também contou com a participação da Divisão de Segurança da Informação do Conselho Nacional de Justiça (DISI/CNJ), do CIBERLAB do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), além do apoio das Polícias Civis do Distrito Federal e de Goiás.
Quantos mandados foram cumpridos durante a operação?
Ao todo, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Um deles foi realizado em Goiás e o outro no Distrito Federal. Na capital federal, também foi cumprido um mandado de prisão preventiva contra o principal investigado.
Durante as buscas, os policiais apreenderam diversos dispositivos eletrônicos. O material será submetido à análise pericial e poderá ajudar a esclarecer a extensão dos acessos, os dados eventualmente obtidos e outras possíveis condutas investigadas.
Como teria ocorrido a invasão dos sistemas do Poder Judiciário?
Segundo a investigação, o suspeito teria inicialmente invadido o telefone celular da vítima. A partir desse acesso, teria obtido credenciais pessoais e funcionais vinculadas a ela.
Com essas informações, o investigado teria conseguido acessar, sem autorização, diferentes sistemas de acesso restrito do Poder Judiciário. As credenciais da vítima eram utilizadas para identificação nas plataformas eletrônicas.
A atuação conjunta das instituições permitiu identificar os acessos considerados indevidos e reunir elementos técnicos relacionados às invasões. Essas informações subsidiaram os pedidos de medidas cautelares posteriormente autorizadas pela Justiça.
Quem foi preso na Operação Intruso?
O principal investigado foi preso preventivamente no Distrito Federal durante o cumprimento das ordens judiciais. Após os procedimentos legais e o interrogatório, ele foi encaminhado ao Sistema Penitenciário, onde permanece à disposição da Justiça.
A investigação aponta, em tese, para a prática dos crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica. Outras possíveis infrações ainda podem ser identificadas após a análise do material apreendido.
O que acontece agora com os dispositivos apreendidos?
Os equipamentos recolhidos durante a operação passarão por análise pericial. O trabalho poderá indicar quais sistemas foram acessados, quais dados eventualmente foram obtidos e se houve outras ações relacionadas às invasões.
As investigações continuam sob responsabilidade da Delegacia de Defraudações da DEIC da Polícia Civil de Santa Catarina, em conjunto com o NIS/TJSC e com a cooperação dos demais órgãos envolvidos.
Fonte: Policia Civil






