
⚡ Em Resumo:
- O que é: Governo da Venezuela atualizou o balanço dos terremotos registrados em 24 de junho.
- Números/Dados: 2.954 mortos, 16.592 feridos, 6.462 resgatados e 3.281 socorristas internacionais atuando nas buscas.
- Onde: Principalmente nas regiões de Caracas e La Guaira, na Venezuela.
- Quem afeta: Milhares de moradores das áreas atingidas, famílias desabrigadas e equipes de resgate de mais de 30 países.
O governo da Venezuela atualizou neste sábado (4) o balanço dos terremotos que atingiram o país em 24 de junho. Segundo os dados oficiais, o número de mortos chegou a 2.954, enquanto o total de feridos subiu para 16.592.
As equipes de resgate seguem mobilizadas e entraram no 11º dia de buscas por sobreviventes. De acordo com o governo, 6.462 pessoas já foram retiradas com vida das áreas afetadas desde o início da operação.
Como ocorreram os terremotos na Venezuela?
Os abalos sísmicos aconteceram no dia 24 de junho, quando dois terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5 foram registrados com menos de um minuto de intervalo. A sequência de tremores provocou destruição em diversas regiões do país.
As cidades de Caracas e La Guaira estão entre as mais afetadas pelos terremotos.
Qual é o impacto da tragédia?
Segundo o balanço oficial, 16.309 pessoas foram afetadas diretamente pelos tremores e 83.793 famílias receberam algum tipo de assistência do governo.
Além disso, 856 edifícios sofreram danos, dos quais 190 desabaram completamente.
No entanto, imagens analisadas pela NASA apontam que a dimensão dos estragos pode ser ainda maior. A agência espacial estima que quase 60 mil edificações tenham apresentado algum tipo de dano em consequência dos terremotos.
Como estão as operações de resgate?
As buscas continuam nas regiões atingidas com o apoio de equipes nacionais e internacionais. Conforme o governo venezuelano, 3.281 socorristas de mais de 30 países participam da operação, incluindo profissionais enviados pelo Brasil.
As equipes seguem trabalhando na localização de possíveis sobreviventes e na assistência às famílias afetadas pela tragédia.
Fonte: Metrópoles







