
O número de urnas eletrônicas substituídas durante o primeiro turno das eleições de 2026 chegou a 1.543 em todo o Brasil. O dado foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no terceiro boletim da votação, com informações contabilizadas até as 15h30 deste domingo (4).
As substituições representam 0,28% das 499.248 urnas utilizadas no pleito deste ano. Apesar das ocorrências, não houve necessidade de recorrer à votação em cédulas de papel.
Quantas urnas eletrônicas foram substituídas nas eleições 2026?
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, 1.543 equipamentos precisaram ser substituídos até as 15h30. O percentual corresponde a 0,28% do total de urnas utilizadas nas eleições.
O TSE também informou que outros 50.038 equipamentos permaneciam disponíveis para substituição, caso novas falhas fossem registradas durante a votação.
Por que as urnas eletrônicas precisam ser substituídas?
A Justiça Eleitoral não detalhou os motivos específicos das substituições registradas neste domingo (4). Em geral, as trocas ocorrem devido a falhas operacionais nos equipamentos.
Quando uma urna apresenta problemas, outra é instalada para que os eleitores possam continuar votando.
Houve votação com cédulas de papel neste primeiro turno?
Não. Até a divulgação do balanço, nenhuma seção eleitoral havia precisado recorrer à votação em cédulas de papel.
A legislação eleitoral prevê esse procedimento como último recurso, caso até mesmo a urna eletrônica substituta apresente falhas e não seja possível manter a votação pelo sistema eletrônico.
Quantos eleitores podem votar nas eleições 2026?
Mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a participar do primeiro turno das eleições de 2026.
Neste domingo (4), os eleitores escolhem representantes para os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital.







