Dia das Crianças: CNC projeta crescimento de 4,4% nas vendas - ClicRDC | Notícias de Chapecó e do mundo

Dia das Crianças: CNC projeta crescimento de 4,4% nas vendas

No terceiro ano consecutivo em alta, 2019 terá a maior lucratividade em seis anos

Foto: Arquivo/Agência Brasil

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizou um estudo que indica que as vendas referentes ao Dia das Crianças, deverão ter crescimento de 4,4% em relação ao ano de 2018.  A terceira data mais importante do calendário do varejo nacional, atrás do Natal e Dia das Mães, o dia 12 de outubro deve movimentar R$ 7,8 bilhões em 2019.

“Medidas de estímulo à economia, como a liberação de saques no FGTS e PIS/Pasep, além dos juros básicos em novo piso histórico, tendem a favorecer as datas do varejo nesta segunda metade de ano”, destaca Fabio Bentes, economista da CNC.

O segundo semestre de 2019 irá contrapor os resultados do primeiro, o qual foi marcado pela dificuldade do setor em acelerar o ritmo das vendas — do ponto de vista das datas comemorativas. Para Bentes, “o resgate parcial do nível de atividade no varejo no Dia das Crianças é resultado da combinação entre inflação baixa, parcelamentos mais longos e disponibilização de recursos extraordinários para o consumo”.

Entre os itens mais procurados pelos consumidores, brinquedos e eletroeletrônicos deverão apresentar o melhor desempenho nas vendas no Dia das Crianças, com alta esperada de 8,2%. As peças de vestuário e calçados aparecem na segunda colocação (4,5%), seguidas de produtos adquiridos em hiper e supermercados (3,5%).

Já as livrarias e papelarias, deverão faturar menos 4,1% com a data este ano. São Paulo (R$ 2,2 bilhões), Minas Gerais (R$ 772 milhões), Rio de Janeiro (712 milhões) e Rio Grande do Sul (R$ 611 milhões) deverão responder por mais da metade (55%) do total movimentado em 2019.

Cinco dos 11 produtos avaliados pela pesquisa estão mais baratos, em relação a 2018: roupas infantis (-4,0%), tênis (-3,0%), chocolates (-1,4%), bicicletas (-0,8%) e brinquedos em geral (-0,5%). Por outro lado, livros (+26,8%) e entradas de cinema (+14,3%) apresentam variações de preços acima da média.