
A bovinocultura de corte conquista cada vez mais protagonismo em Santa Catarina. No Oeste Catarinense, por exemplo, diversos pecuaristas mostraram o potencial de seus negócios no Leilão de Bovinos de Corte e 1ª Feira de Bezerros do Grupo do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), realizado recentemente, em Palmitos. Foram comercializados mais de 600 animais e, destes, 530 foram produzidos em propriedades acompanhadas pelo programa.
O evento foi promovido pelo Sindicato Rural e pela Associação de Pecuaristas de Palmitos com apoio do Sistema Faesc/Senar-SC. A iniciativa marcou o primeiro Leilão da ATeG realizado apenas com desmama de bezerros. O evento teve um valor médio próximo a 3.000 reais por animal comercializado, trazendo ótimos resultados aos produtores. O leilão foi um sucesso e, por isso, já está em avaliação a possibilidade de novos leilões de desmama de bezerros em 2023.
Segundo o presidente do Sindicato Rural de Palmitos, Luiz Antônio Cavalleri, os resultados de comercialização foram expressivos. Ele relata que a média de preços para machos foi de 14,54 e fêmeas de 13,53 reais. Já, alguns lotes de fêmeas para reposição de plantel foram comercializados por mais de 17 reais o quilo.
De acordo com o presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, as melhorias e inovações que a ATeG promoveu nas propriedades foram essenciais para o sucesso do leilão. “O Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) com foco para pecuária de corte é reconhecido como uma das estratégias fundamentais para fortalecer a cadeia produtiva do setor. Queremos promover a inovação na gestão de propriedades rurais e estamos atingindo os nossos objetivos, tanto que desde que foi criado em 2016, o programa atendeu mais de 2.700 produtores em 184 municípios catarinenses”.
O programa inclui consultorias conduzidas pelos técnicos e supervisores técnicos. Entre os assuntos trabalhados estão o suporte em gestão, genética, manejo adequado, melhoria da alimentação e das instalações dos estabelecimentos rurais (Fonte: MB Comunicação).
Com ajuda do clima, Santa Catarina recupera produtividade do alho e colhe boa safra

Santa Catarina colheu 19.129,5 toneladas de alho na safra 2021/22, produzidas em 1.810 hectares. Com isso, os agricultores alcançaram uma produtividade média de 10.568 kg/ha, aumento de 22,13% em relação à safra 20/21.
O valor da safra do alho catarinense foi de R$ 143,76 milhões em faturamento para os produtores catarinenses, o que é injetado na economia local. As condições climáticas, mais favoráveis em 2021/22 na comparação com o ciclo agrícola anterior, proporcionaram este cenário de retomada e mantiveram o Estado na terceira colocação no ranking de produtores nacionais.
“Houve ainda uma pequena recuperação na área plantada”, contextualiza Jurandi Teodoro Gugel, analista de socioeconomia da Epagri/Cepa. (Fonte: Epagri)
Cotações
Dólar: R$ 4,66
Saca da soja: R$ 178,50
Saca de milho: R$ 80,40
Arroba do boi: R$ 330,00
Litro do leite: R$ 2,01
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