O mercado de alimentos orgânicos é um ramo em crescimento no Brasil e, só em 2020, avançou 30% em relação ao ano anterior, movimentando R$ 5,8 bilhões, segundo a Associação de Promoção dos Orgânicos (Organis).
A busca por uma alimentação mais saudável e o aumento do consumo em casa por causa da pandemia de Covid-19 puxaram a alta do setor que, neste ano, deve avançar mais 10%.
As frutas, as verduras e os legumes são ainda os tipos de alimentos orgânicos mais consumidos no Brasil. E, no mundo, o país se destaca como o maior produtor de açúcar e acerola nesse modelo, diz a Organis.
São 25 mil produtores cadastrados no Ministério da Agricultura que estão, em sua maioria, na região Sul (40%). Em seguida, estão Nordeste (24%), Sudeste (22%), Norte (9%) e Centro-Oeste (5%).
Nos últimos anos, feiras, vendas on-line e assinatura de cestas reduziram a distância entre esses produtores e as pessoas, aumentando as chances de encontrar orgânicos por um valor mais em conta do que nos supermercados.
No entanto, o preço continua sendo o maior limitador (62%) do acesso a esses produtos, ressalta a Organis.
Por que os alimentos orgânicos são mais caros
Existe um consenso internacional de que se paga 30% a mais por um produto orgânico em relação ao convencional, diz o diretor da Organis, Cobi Cruz.
E uma das razões para isso é que a produção orgânica tem uma responsabilidade socioambiental maior, que é prevista em lei e é fiscalizada, o que exige mais investimentos por parte do produtor rural.
Além de não usar agrotóxicos e nem cultivar transgênicos, uma propriedade de orgânicos é obrigada a manter práticas que preservem o meio ambiente e que respeitem os direitos dos trabalhadores.
(Com informações G1)

Cotações
Dólar: R$ 05,33
Saca da soja: R$ 179,50
Saca de milho: R$ 81,00
Arroba do boi: R$ 338,00
Litro do leite: R$ 2,01
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