segunda-feira, abril 13, 2026
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Novidade: Referência de preços para a Tilápia

Foto: Reprodução/Pixabay

O mercado brasileiro agora tem referência de preços para a tilápia. O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), passa a divulgar semanalmente os preços médios do produto. Os dados estão sendo levantados pelo Cepea, com apoio da Peixe Br (Associação Brasileira de Piscicultura), entidade sem fins lucrativos, criada com a missão de expandir os conhecimentos sobre o mercado e de representar os interesses da cadeia produtiva.
O levantamento de preços por parte da Equipe do Cepea está sendo realizado em regiões em que a produção de tilápia é bastante representativa no Brasil, são elas: Grandes Lagos (Noroeste do estado de São Paulo e divisa com Mato Grosso do Sul) e no Oeste e Norte do Paraná.
O Cepea está consultando diversos players da atividade, incluindo produtores e indústrias. O preço médio é referente ao valor pago ao produtor independente FOB (kg da tilápia pronta para abate, na propriedade).

OCESC 50 ANOS

No próximo dia 28 de agosto a Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC) comemora 50 anos. Presidida, atualmente, por Luiz Vicente Suzin, a OCESC é uma das mais atuantes organizações estaduais com uma equipe técnica qualificada, capaz de dar apoio para todo o sistema institucional cooperativo. A principal conquista foi convencer as pessoas a se unirem em prol de objetivos comuns, o cooperativismo. A OCESC sempre desfrutou de muita credibilidade na sociedade, e esse é seu maior papel. Com muito trabalho e persistência as pessoas foram se associando em cooperativas dos mais diversos ramos de atividade e perceberam que elas podem gerir seus negócios e partilhar os resultados. As cooperativas catarinenses destacam-se por vários vetores, mas os principais são: união, organização e profissionalismo, fornecendo para seus associados e/ou sociedade produtos e serviços de qualidade com respeito ao consumidor e ao meio ambiente. Segundo dados consolidados de 31 de dezembro de 2020, as 251 cooperativas registradas na OCESC tiveram receita/ingressos totais de R$ 49,8 bilhões, gerando 73 mil empregos diretos e 3,2 milhões de associados.

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Novos Mercados

Foto: Gráfico/MAPA

Negociações bilaterais com outros países têm ampliado o leque de novos mercados para os produtos agropecuários brasileiros. Os acordos conduzidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) levam em consideração parâmetros de sanidade e resultaram na marca de 150 mercados abertos em 43 países, desde janeiro de 2019.
A abertura mais recente, neste mês de agosto, foi de pescados brasileiros para o México. No mês passado, houve a formalização de quatro novas possibilidades de acesso: sêmen de búfalos para a Turquia, sementes de melão para a Nicarágua, de café arábica para o Equador e de coco para a Costa Rica.
O trabalho realizado pelo Mapa permite a diversificação de possibilidades de exportação para os produtores brasileiros, com o propósito de reduzir a concentração da pauta exportadora tanto em produtos, quanto em destinos.
Aberturas de mercados são resultado de negociações bilaterais que culminam no acordo dos parâmetros de sanidade a serem atestados e do certificado correspondente, sanitário, fitossanitário ou veterinário, que passará a ser aceito pelo país importador nos pontos de entrada da mercadoria.
Do total dos 150 novos mercados, 74 são nas Américas, 57 na Ásia, 18 na África e um na Oceania.

CIDASC orienta

Os suínos devem ser alimentados com ração apropriada, sendo proibido fornecer restos de alimentos de qualquer tipo (como os das refeições da família, de restaurantes ou hospitais) ou resíduos de proteína de origem animal. Esta legislação foi criada por razões sanitárias, para prevenir novos focos de doenças já erradicadas em Santa Catarina, sendo válida tanto para quem tem a criação para consumo próprio quanto para fins comerciais.
“Fornecer estes resíduos para os animais pode ser uma fonte de contaminação para doenças graves, como a peste suína clássica e a febre aftosa, principalmente se forem resíduos de origem animal. Alimentar o rebanho adequadamente é uma forma de protegê-lo”, afirma o gestor de Defesa Agropecuária do Departamento Regional de Rio do Sul da Cidasc, César Augusto Barbosa.

Cotações

Dólar: R$ 5,22

Saca da soja: R$ 158,00

Saca de milho: R$ 95,87

Arroba do boi: R$ 325,00

Litro do leite: R$ 2,18

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