
O Observatório do Agronegócio Catarinense deve iniciar suas operações ainda este ano e trará dados estratégicos voltados para produtores rurais, técnicos e lideranças do setor produtivo. O projeto, liderado pela Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural e pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa), funcionará como uma central de informações para embasar a tomada de decisões e acompanhar o desempenho do agronegócio de Santa Catarina.
O andamento do projeto do Observatório do Agronegócio Catarinense foi apresentado ao secretário da Agricultura, Altair Silva, durante reunião com a equipe desenvolvedora.
“O Observatório do Agronegócio Catarinense é um grande projeto e mais uma vez Santa Catarina demonstra seu pioneirismo. Reuniremos em um só local as principais informações sobre o agronegócio do Estado, dados atualizados, análises de nossos técnicos e tudo o que possa apoiar os produtores rurais e lideranças a tomarem as decisões mais acertadas e analisarem os cenários do mercado. É informação de qualidade e acessível para todos”, ressalta o secretário Altair Silva.
O Observatório concentrará em um só local as informações e análises de dados relativos à produção agropecuária, mercado, comércio exterior, comércio interestadual, agroindústrias, desempenho do agronegócio, infraestrutura de produção, crédito rural e dados regionalizados. Os índices estarão disponíveis em uma plataforma online e dinâmica, que poderá ser acessada por produtores rurais, técnicos, lideranças e membros do Governo do Estado para embasar a tomada de decisões.
Para construir o Observatório, a Epagri/Cepa irá reunir os dados disponíveis na Secretaria da Agricultura, Epagri, Cidasc, Ceasa, entidades do setor produtivo, além da integração com bancos de dados estaduais e nacionais, e dará atenção especial para a análise desses números. A intenção é construir inteligência a partir de dados e indicadores.
O projeto prevê a reestruturação técnica do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), com aquisição de equipamentos, capacitação de funcionários e a criação de novos sistemas e aplicativos. A expectativa é de que o Observatório do Agronegócio Catarinense esteja em pleno funcionamento até o final deste ano. (Fonte: FecoAgro)
Soja segue em queda no mercado brasileiro
Os preços soja seguem em queda no Estado do Rio Grande do Sul, com alta de Chicago anulada pela queda do dólar, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com a alta de 1,22% de Chicago anulada pela queda de 1,27% do dólar, os preços que os compradores puderam oferecer aos vendedores, nesta segunda- feira continuou em queda. Os compradores estão se prevenindo contra quedas futuras. Para porto a queda foi de 3,21%, valor equivalente a R$ 6,00/saca, fazendo a região decair para R$ 181,00”, comenta.
“Os preços no interior recuaram de forma igualmente expressiva ao porto e os preços de pedra, Ijuí perdeu 2,21% e foi a R$ 177,00, perda equivalente a R$ 4,00/saca. Cruz Alta, perdeu 3,28%, valor equivalente a R$ 11,00/saca e desceu até R$ 177,00. Passo Fundo marcou quedas mais amenas na base de 1,64%, valor equivalente a R$ 3,00/saca, levando os preços a R$ 180,00. Santa Rosa, por fim, caiu no mesmo nível que Ijuí, valor equivalente a R$ 4,00/saca e foi a R$ 179,00”, completa a consultoria.
Já o Paraná segue perdendo valor, com perdas de R$ 3-4/saca. “Da mesma forma que as demais regiões sulistas, o PR seguiu se desvalorizando consideravelmente, mas de forma um pouco menos aprofundada. A colheita continua e está na reta final, mas as constantes chuvas tem sido um problema para o produtor. O porto marca perda de 1,67%, valor equivalente a R$ 3,00/saca e vai a R$ 177,00, distanciando os preços cada vez mais das máximas anteriores, a diferença entre a consolidação anterior e o preço de agora é de R$ 7,00/saca”, indica.
“No interior todos os preços passaram por quedas. Começando por Ponta Grossa a perda de hoje foi de 0,57%, valor equivalente a R$ 1,00/saca, sendo a região menos afetada pela fraqueza do mercado dessa segunda-feira, as demais regiões, Cascavel, Maringá e Pato Branco se desvalorizaram de forma mais expressiva em cerca de 2,3%, valor equivalente a R$ 4,00/saca, o que os levou respectivamente a R$ 167,00, R$ 167,00 e R$ 166,00 para Pato Branco”, conclui. (Fonte: AGROLINK)
Cotações
Dólar: R$ 4,61
Saca da soja: R$ 175,50
Saca de milho: R$ 87,00
Arroba do boi: R$ 330,00
Litro do leite: R$ 2,01
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