Campanha Nacional de Vacinação contra a Febre Aftosa 1

A segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2021 teve início ontem (1º). Nesta etapa, deverão ser vacinados cerca de 78 milhões de bovinos e bubalinos com até 2 anos de idade. A vacinação ocorrerá na maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação.
Das 19 unidades da Federação que fazem a vacinação neste período, no Amazonas e em Mato Grosso participam apenas os municípios que ainda não têm reconhecimento de áreas livres de febre aftosa sem vacinação.
As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.
Campanha Nacional de Vacinação contra a Febre Aftosa 2
Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser feita de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.
Em caso de dúvidas, a orientação é para que criador procure o órgão de defesa sanitária animal de seu estado.
Os estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e parte do Amazonas e do Mato Grosso são reconhecidos como livres de febre aftosa sem vacinação, sendo proibida a aplicação e comercialização da vacina nessas regiões.
Conforme o Plano Estratégico do Pnefa 2017-2026, o Brasil segue executando as ações para garantir o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres de febre aftosa sem vacinação.
A meta é que todo o território brasileiro seja considerado livre de febre aftosa sem vacinação até 2026. Atualmente, em torno de 70 países têm esse reconhecimento pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
Estudo demonstra resistência do milho a seca

Uma pesquisa conduzida pelo Centro de Genômica Aplicada às Mudanças Climáticas, iniciativa da Embrapa e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), demonstrou que microrganismos podem reduzir a temperatura das plantas.
Os cientistas demonstraram que a presença de uma comunidade sintética desses pequenos seres vivos foi capaz de reduzir em até quatro graus a temperatura foliar de plantas de milho submetidas a altas temperaturas.
Por meio de uma sofisticada plataforma de coleta de dados em tempo real, os pesquisadores mostraram que os microrganismos ajudam a controlar o fluxo hídrico da planta e, portanto, a tolerância à seca.
A descoberta abre caminhos para o desenvolvimento de novas biotecnologias agrícolas que podem garantir a segurança alimentar durante a transição para uma economia de baixo carbono.
Cada vez mais os cientistas têm descoberto que os fungos, as bactérias e as arqueas presentes no solo, raiz, caule e folha dos vegetais desempenham um papel fundamental no crescimento, produtividade e respostas das plantas em condições de variações ambientais, como seca e calor.
Preços dos fertilizantes nas alturas 1
O Agro brasileiro está encarando uma alta vertiginosa de mais de 100% no preço dos fertilizantes, item que representa cerca de 30% do custo das lavouras, como milho e soja. Um conjunto de fatores levou à disparada do preço dos fertilizantes, dentre eles está a taxa de câmbio, o aumento no valor do petróleo que afetou o transporte marítimo e terrestre, a escassez de contêineres para o envio de produtos da China para o Brasil, a escassez de oferta gerada pela crise energética da China e pela crise diplomática entre a Bielorrussia com a União Europeia e Estados Unidos, além da demanda crescente dos fertilizantes, tanto no Brasil quanto no mundo.
Todos esses fatores fizeram com que a oferta não conseguisse acompanhar a demanda e com que os produtores tivessem que desembolsar cada vez mais para produzir. (Fonte: Forbes).
Preços dos fertilizantes nas alturas 2
O Brasil depende da importação de insumos, como cloreto de potássio, ureia e fosfato. Nosso país importa cerca de 80% dos fertilizantes utilizados na lavoura para oferecer nutrientes de acordo com as necessidades das plantas e do solo. A conta para os produtores, apesar do preço excelente das commodities, pode não fechar para a soja, por exemplo, pois passamos de uma relação de troca de 14 sacas para uma relação de troca de 32 sacas.
Precavidos por natureza, a maioria dos produtores compraram antecipadamente seus insumos que são corretivos de solo, herbicidas, adubos, coberturas nitrogenadas e outros para a safra 2021/22. Por isso, conseguiram escapar dessas grandes elevações de preços, mas estão apreensivos quanto ao recebimento dos produtos adquiridos para a próxima safra.
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Cotações
Dólar: R$ 5,68
Saca da soja: R$ 162,00
Saca de milho: R$ 84,20
Arroba do boi: R$ 303,50
Litro do leite: R$ 2,10

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