Celebrando neste domingo, dia 24 de julho, o Dia do Suinocultor, a suinocultura do Brasil entra, gradativamente, em um momento de estabilização e retomada, após experimentar um de seus momentos mais críticos na história recente. A avaliação é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Após praticamente três anos de movimento positivo nas exportações e no consumo interno, a
suinocultura do Brasil tem enfrentado, desde meados de 2021, um de seus momentos mais
desafiadores. A alta acumulada e histórica de custos produtivos, a diminuição momentânea da
demanda internacional e o quadro inflacionário interno com o menor poder de compra do
consumidor desafiaram o setor a traçar novos caminhos para o restabelecimento da força da cadeia produtiva.
No mercado internacional, após a estabilização dos níveis de importações da China – em patamares inferiores aos realizados em 2021, mas superiores aos anos anteriores – o Brasil viu novas oportunidades surgirem para a produção nacional. A mais recente delas é o Canadá, com a abertura do mercado e a habilitação de oito plantas.
Já no mercado interno, a alta competitividade da carne suína tem gerado efeitos positivos em seu
consumo. De acordo com a ABPA, a expectativa é de alta em relação ao registrado no ano passado, ganhando espaço antes ocupado pela carne bovina nas gôndolas. Os investimentos em novas linhas de produtos pelas empresas têm favorecido a elevação de consumo da proteína.
(Com informações ABPA)

Cotações
Dólar: R$ 05,50
Saca da soja: R$ 173,50
Saca de milho: R$ 75,50
Arroba do boi: R$ 338,00
Litro do leite: R$ 6,80
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