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Secretaria da Saúde coordena estratégias preventivas a crescente epidemia de dengue em Santa Catarina

SC apresenta um crescimento de 646,5 de casos em relação ao mesmo período do ano passado e confirma o primeiro óbito


Foto: Jonatã Rocha/SECOM

Nesta quinta-feira (01), a Secretária de Estado da Saúde, Carmen Zanotto, e o Superintendente de Vigilância em Saúde, Fábio Gaudenzi, lideraram uma reunião técnica crucial para debater o cenário epidemiológico da dengue e outras arboviroses em municípios catarinenses que enfrentam as maiores taxas de incidência de casos prováveis no início de 2024.

O encontro teve como objetivo fornecer uma visão atualizada do panorama epidemiológico no país e no estado, além de destacar as ações a serem intensificadas para controlar o mosquito Aedes aegypti e gerenciar clinicamente os casos suspeitos.

De acordo com o último informe epidemiológico, foram identificados 7.185 focos do mosquito Aedes aegypti em 182 municípios. Dos 295 municípios catarinenses, 154 são considerados infestados pelo vetor.

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Santa Catarina já registra 5.897 casos prováveis da doença, indicando um aumento de 646,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Um óbito por dengue foi confirmado em Joinville, enquanto quatro permanecem em investigação em Araquari, Florianópolis, Garopaba e São Francisco do Sul.

Com o aumento dos casos de dengue em vários estados, Santa Catarina não está imune à luta contra a doença. Carmen Zanotto alertou que todos devem contribuir para eliminar os criadouros do mosquito. “Qualquer recipiente que permita o acúmulo de água parada pode se tornar um foco em potencial para a reprodução do mosquito”, ressaltou a secretária de Estado da Saúde.

O momento demanda preparação das equipes de saúde para organização dos serviços e atendimento aos pacientes. “É necessário que as equipes estejam sensíveis à suspeição da dengue e que o fluxograma para atendimento seja seguido. Lembrando que a hidratação é fundamental para o tratamento da dengue”, orientou o superintendente de vigilância em saúde, Fábio Gaudenzi.

Ivânia Folster, gerente de zoonoses da Dive, enfatizou a importância da colaboração da população na prevenção da doença. “É preciso unir esforços, do poder público e de toda a sociedade, para enfrentamento das arboviroses. Ações simples que fazem diferença. Descartar corretamente o lixo, vedar caixas d’água, limpar calhas e lajes, são alguns exemplos”, destacou.

A prevenção continua sendo a melhor estratégia contra as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, e a população é instada a eliminar locais com água parada, adotando medidas simples no dia a dia.

Fonte: SECOM

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