
O jornalista e apresentador Erlan Bastos morreu aos 32 anos neste sábado (17), causando grande comoção no meio da comunicação e do jornalismo de celebridades. Ele estava internado no Hospital Natan Portella, em Teresina, no Piauí, e teve a morte confirmada pela NC TV Amapá, emissora do Grupo Norte de Comunicação, onde apresentava o programa Bora Amapá.
Erlan enfrentava um quadro de tuberculose peritoneal, forma rara da doença, que motivou sua internação após semanas de complicações de saúde. Cerca de um mês antes da morte, o jornalista passou mal durante uma transmissão ao vivo, relatando dores intensas no peito e no abdômen, além de fraqueza e suor frio. Na ocasião, ele foi levado ao Hospital de Emergência de Macapá, onde recebeu os primeiros atendimentos.
Com o agravamento do estado de saúde, Erlan Bastos precisou ser transferido para Teresina para tratamento especializado. Apesar dos cuidados médicos, o jornalista não resistiu às complicações da doença.
Natural de Manaus, Erlan construiu uma trajetória marcada pela superação. Criado em uma família de poucos recursos, trabalhou como catador de latinhas ainda na infância. Em busca de oportunidades, mudou-se para São Paulo, onde chegou a viver em situação de rua por cerca de três meses após ser assaltado ao chegar à cidade.
A virada na carreira ocorreu em 2018, quando ganhou projeção no YouTube com o canal Hora da Venenosa, consolidando seu nome no jornalismo de entretenimento. Formado em Jornalismo pela Universidade Uninove, passou por diversos veículos de comunicação, como Rede TV! Manaus, TV Meio Norte, Record, SBT, Rádio Tupi e Rádio Bandeirantes, além de ser responsável pelo portal Em OFF.
Em nota, a NC TV Amapá destacou a postura firme e a atuação crítica do apresentador, ressaltando que a morte precoce de Erlan Bastos gerou comoção entre colegas de profissão e deixou um vazio na redação e entre os telespectadores. O jornalista deixa a mãe, Elândia, irmãos e o companheiro.






