
A equipe médica do ex-presidente Jair Bolsonaro informou nesta sexta-feira (13) que, apesar das medidas adotadas para manter a estabilidade do quadro clínico, o risco de vida ainda permanece. Segundo o cardiologista Leandro Echerique, Bolsonaro enfrenta o terceiro episódio de pneumonia, considerado o mais grave até agora, o que mantém a possibilidade de complicações futuras. As informações são da CNN Brasil.
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“O risco permanece. As medidas preventivas estão sendo tomadas, embora algumas com mais dificuldade por conta do ambiente em que ele está”, afirmou o médico durante coletiva de imprensa.
De acordo com Echerique, o início rápido do tratamento ajudou a amenizar a situação, mas ainda não há previsão definida para a recuperação do ex-presidente. A expectativa é de um processo mais lento devido à gravidade do quadro e às comorbidades.
O médico explicou que o tratamento com antibióticos deve durar entre sete e 14 dias, dependendo da evolução clínica. Em casos mais simples de pneumonia, o paciente pode receber antibióticos em casa ou ficar poucos dias internado. No caso de Bolsonaro, porém, o acompanhamento é mais rigoroso por causa da gravidade do quadro, e a evolução será avaliada diariamente.





