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Governo do Estado estuda propostas para revitalizar o entorno da Ponte Hercílio Luz

O objetivo é criar espaços de convivência


Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

Depois da reabertura da Ponte Hercílio Luz, realizado entre 30 de dezembro de 2019 e 5 de janeiro de 2020, em Florianópolis (SC), o Governo do Estado dá sequência aos estudos sobre o aproveitamento do entorno da estrutura. O objetivo é criar espaços de convivência a partir do uso cultural, museológico, turístico, gastronômico, esportivo, de lazer e de contemplação, trazendo vitalidade e urbanidade para a região.

Um dos projetos é o Complexo Cultural e Turístico das Cabeceiras da Ponte Hercílio Luz. Diante da relevância histórica e de composição da paisagem do monumento, propõe-se que áreas potenciais adjacentes sejam espaços de permanência com novas possibilidades de uso e apropriação. Os estudos iniciais foram liderados pela Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) e envolveram diretamente a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e a Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur), por meio de oficinas com os técnicos das pastas para definir as premissas e diretrizes conceituais do projeto.

“A oportunidade de conviver novamente com a Ponte Hercílio Luz nos mostrou um potencial cultural e turístico enorme e consolidou a estrutura como o símbolo que sempre foi e abriu novos horizontes para explorá-la muito além de um equipamento de mobilidade”, afirma o secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Carlos Hassler.

O conceito do projeto reforça a Ponte Hercílio Luz como conexão entre os elementos culturais e os espaços públicos, restabelecendo, inclusive, a conexão com a borda d’água, qualificando as cabeceiras e propondo espaços de convivência, permanência e contemplação para potencializar as áreas de acesso para pedestres não apenas como local de travessia.

“O Complexo possibilitará, entre outras questões, o despertar da atenção e a valorização ao patrimônio cultural brasileiro, buscando preservar os testemunhos do passado. A ideia é contribuir para a permanência da memória, reforçando o processo de pertencimento e apropriação do lugar como estruturador para a identidade catarinense, além de fazer a junção com o Parque da Luz e a ligação com um grande corredor cultural, interligando o Mercado Público, Casa da Alfândega, Museu Victor Meirelles, Museu da Cidade e Museu Histórico”, explica a presidente da FCC, Ana Lúcia Coutinho.

A proposta também prevê espaços para exposições temporárias e feiras, cafés, quiosques, decks, food-trucks, food-karts, locais para piqueniques e apresentações, além de mobiliário urbano e de infraestrutura de apoio como sanitários e estacionamentos. “Com essas intervenções no espaço urbano do entorno da ponte a expectativa é de que o local se torne atrativo para a residentes e visitantes, que passe a ser utilizado para o lazer, prática de esportes ou simplesmente para o descanso em um ambiente agradável e seguro”, reforça a presidente da Santur, Flavia Didomenico.

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