
A identificação de um terceiro foco da Doença de Newcastle ampliou a vigilância sanitária no Oeste de Santa Catarina. O novo caso foi detectado em uma propriedade de Nova Erechim, onde há 9,6 mil aves que não apresentaram sintomas da doença. Com a confirmação, o raio de monitoramento foi ampliado em aproximadamente 9,5 quilômetros.
As equipes da força-tarefa seguem com os procedimentos sanitários no local onde o vírus foi identificado. O trabalho inclui vistorias em propriedades, monitoramento das criações, coleta de amostras e orientações aos produtores sobre prevenção e biosseguridade.
O primeiro foco foi confirmado em Nova Itaberaba. Nesse município, as medidas sanitárias foram adotadas e a propriedade entrou em vazio sanitário, etapa que marca o encerramento desse foco. Já em Coronel Freitas, onde o segundo caso foi confirmado em 24 de outubro, foram concluídos o abate sanitário e o enterro dos perus. As equipes continuam os trabalhos de limpeza e desinfecção.

Vistorias e barreiras sanitárias
Entre os dias 20 e 26 de outubro, foram vistoriadas 133 propriedades comerciais e 551 propriedades de subsistência. A operação mantém quatro barreiras sanitárias ativas, com fiscalização e desinfecção de veículos.
Na segunda-feira (26), o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort, e a presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Celles Regina de Matos, estiveram no Centro de Operações de Emergência Zoosanitária (Coezoo) para acompanhar as ações.
A operação é coordenada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Cidasc, por meio do Coezoo, com participação de instituições estaduais e federais, equipes municipais, Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa) e representantes do setor produtivo.
A Cidasc orienta os produtores a manterem as medidas de biosseguridade nas propriedades e a comunicarem imediatamente qualquer suspeita da doença ao escritório local da Companhia ou pelo sistema e-Sisbravet.
Com informações da Cidasc.






