
A Justiça decretou a prisão preventiva do homem suspeito de matar a ex-companheira, de 44 anos, e o atual namorado dela, de 35, em Balneário Arroio do Silva, no Sul de Santa Catarina. A decisão foi tomada na tarde de segunda-feira (12), durante audiência de custódia, após pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).
O pedido foi apresentado pelo promotor de Justiça plantonista Ricardo Figueiredo Coelho Leal. Com a decisão, o investigado permanece preso no Presídio Regional de Araranguá.
Quando e como o crime aconteceu em Balneário Arroio do Silva?
O crime ocorreu na manhã de domingo (11), por volta das 6h. Segundo informações policiais, o suspeito teria atacado a ex-companheira e o namorado dela com golpes de faca. As duas vítimas morreram.
Após o ocorrido, o homem teria fugido de carro em direção a Araranguá, mas se envolveu em um acidente de trânsito e acabou preso. Devido aos ferimentos sofridos na colisão, ele foi encaminhado ao Hospital Regional de Araranguá.
Por que a audiência de custódia foi realizada somente na segunda-feira?
A audiência não ocorreu no domingo porque o suspeito precisava de atendimento médico em razão dos ferimentos sofridos no acidente. Após receber alta hospitalar, ele foi apresentado à Justiça na segunda-feira (12).
Durante a audiência, o Ministério Público pediu que a prisão em flagrante fosse convertida em preventiva. O Judiciário acolheu o pedido, mantendo o investigado preso.
Qual foi a justificativa do Ministério Público para pedir a prisão preventiva?
O MPSC sustentou que a prisão preventiva era necessária para garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal, considerando a gravidade dos fatos investigados e as circunstâncias das mortes.
“Estamos diante de um caso de extrema gravidade, em que duas pessoas foram mortas a facadas. As circunstâncias dos crimes evidenciam a brutalidade da violência praticada e a periculosidade do investigado”, afirmou o promotor de Justiça Ricardo Figueiredo Coelho Leal.
Onde o suspeito está preso e quem investiga o caso?
O investigado permanece no Presídio Regional de Araranguá, no Sul de Santa Catarina. A Polícia Civil segue responsável pela investigação e trabalha para esclarecer as circunstâncias dos crimes.
A prisão preventiva mantém o suspeito detido durante o andamento do processo, mas não representa, por si só, uma condenação. A responsabilidade criminal deverá ser definida pela Justiça.







