
O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco tomou posse nesta quarta-feira (30) como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). A nomeação foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na segunda-feira (28), após aprovação do Congresso Nacional.
Pacheco assume a cadeira que ficou vaga com a saída de Bruno Dantas, que deixou o tribunal para atuar na iniciativa privada.
Por que Rodrigo Pacheco foi escolhido para o TCU?
A indicação de Rodrigo Pacheco foi aprovada pelo Congresso Nacional. O ex-senador passa a integrar a corte responsável pelo controle externo da administração pública federal, incluindo a fiscalização da aplicação de recursos públicos.
A vaga foi aberta após a renúncia de Bruno Dantas, que encerrou sua atuação como ministro do TCU para seguir carreira na iniciativa privada.
Qual é a trajetória política de Rodrigo Pacheco?
Nascido em Porto Velho, Rondônia, e criado em Minas Gerais, Rodrigo Pacheco tem 49 anos e é advogado. Antes de chegar ao Senado, foi deputado federal.
Eleito senador em 2018, presidiu o Senado Federal por dois mandatos consecutivos, período em que esteve à frente dos trabalhos legislativos e das articulações institucionais da Casa.
Nos últimos meses, seu nome também foi mencionado entre os possíveis indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF). Pacheco chegou a ser sondado para disputar o governo de Minas Gerais nas eleições de outubro de 2026, mas decidiu não concorrer.
Quantos ministros fazem parte do Tribunal de Contas da União?
O Tribunal de Contas da União é composto por nove ministros. Desse total, três são indicados pelo presidente da República e seis são escolhidos pelo Congresso Nacional.
Os cargos são vitalícios, com aposentadoria compulsória aos 75 anos de idade.
Qual é a função do TCU?
O TCU é responsável por auxiliar o Congresso Nacional no controle externo da administração pública federal. Entre suas atribuições estão fiscalizar a utilização de recursos públicos, analisar contas de gestores e avaliar a legalidade e a regularidade de despesas e contratos da União.
Com a posse de Rodrigo Pacheco, o tribunal passa a contar com o ex-presidente do Senado entre seus nove ministros.







