
⚡ Em Resumo:
- O que é: Laudo pericial identificou clonazepam no sangue de um casal de idosos assassinado em Belo Horizonte.
- Números/Dados: Vítimas de 75 e 76 anos foram mortas com cerca de 50 facadas; suspeita de 30 anos foi presa.
- Onde: São Pedro, em Belo Horizonte (MG).
- Quem afeta: Família das vítimas, suspeita presa e investigação da Polícia Civil de Minas Gerais.
O que revelou o laudo pericial?
Um laudo da Polícia Civil de Minas Gerais identificou a presença de clonazepam no sangue do advogado de 75 anos e de sua esposa, uma empresária de 76 anos, assassinados dentro do apartamento onde moravam, em Belo Horizonte.
Segundo os investigadores, a principal suspeita é de que o medicamento tenha sido utilizado para dopar o casal e dificultar qualquer possibilidade de reação durante o ataque.
Quem é a principal suspeita?
A principal investigada é uma diarista de 30 anos, presa na madrugada de quarta-feira (1º) em um hotel na cidade de Itabira, no interior de Minas Gerais.
De acordo com a Polícia Civil, ela não resistiu à prisão e afirmou estar arrependida. Durante o depoimento, confessou o crime e alegou ter sofrido um “surto psicótico”, dizendo que ouviu vozes que a incentivaram a cometer os assassinatos.
Qual teria sido a motivação do crime?
Conforme o depoimento da suspeita, ela acumulava uma dívida de aproximadamente R$ 40 mil com jogos de azar na internet e havia contraído empréstimos com agiotas.
A investigação aponta que a motivação inicial foi o roubo dos bens do casal. No entanto, a própria investigada declarou que, após subtrair os objetos, decidiu matar as vítimas.
Até o momento, a principal linha de investigação é a de latrocínio, que é o roubo seguido de morte.
Como ocorreu o assassinato?
O casal foi encontrado morto no apartamento localizado no bairro São Pedro, em Belo Horizonte.
Segundo a perícia, as vítimas foram atingidas por cerca de 50 golpes de faca. Imagens de câmeras de segurança mostram a suspeita entrando no prédio por volta das 7h30 do dia do crime e deixando o local cerca de oito horas depois, carregando sacolas que não possuía ao chegar.
A suspeita agiu sozinha?
A Polícia Civil ainda apura se houve participação de outras pessoas no crime.
Após deixar o prédio, a mulher foi vista entrando em um veículo. Os investigadores tentam confirmar se o carro era conduzido por um possível comparsa ou se ela utilizou apenas um motorista de aplicativo.
Parte dos objetos roubados da residência já foi recuperada e devolvida aos familiares das vítimas. A audiência de custódia da suspeita está prevista para ocorrer nesta sexta-feira (3).












