
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Santa Catarina (ADEPOL-SC) divulgou nota pública em defesa da atuação da Polícia Civil e da delegada responsável pela investigação que apura as circunstâncias da morte do cão comunitário conhecido como Orelha. A manifestação ocorre após críticas e ataques considerados infundados direcionados à autoridade policial, principalmente nas redes sociais.
Segundo a ADEPOL-SC, a condução do inquérito tem sido realizada com elevado grau de profissionalismo, rigor investigativo e estrita observância ao ordenamento jurídico, respeitando integralmente os trâmites legais aplicáveis. A entidade destaca que a busca pela verdade é um dos pilares da atividade policial e que a atuação dos delegados é pautada pela legalidade, imparcialidade e transparência.
A associação reconheceu a comoção social gerada pelo caso, classificando-a como legítima e reflexo da sensibilidade da sociedade diante de situações de violência. No entanto, ressaltou que ataques pessoais a profissionais que atuam na investigação não contribuem para o esclarecimento dos fatos, especialmente quando baseados em informações distorcidas ou sem fundamento.
Na nota, a ADEPOL-SC também reiterou apoio às delegadas e aos delegados de Polícia Civil de Santa Catarina, enfatizando que os profissionais exercem suas funções com dedicação e compromisso com a sociedade, muitas vezes sob forte pressão externa e julgamentos antecipados.
Por fim, a entidade destacou a trajetória da Polícia Civil catarinense, marcada por credibilidade e confiança junto à população, construída ao longo de anos de trabalho técnico e responsável, reforçando que a sociedade deve aguardar a conclusão das investigações para uma análise equilibrada e consciente dos fatos.













