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Brasil trabalha para cumprir a Agenda 2030 da ONU; preço do leite registra alta de 1,4%

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Brasil trabalha para cumprir a Agenda 2030 da ONU 1

Crédito: Rafael Rocha/Embrapa

O setor agropecuário brasileiro, responsável por cerca de 27% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, caminha para cumprir a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Estudos do Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), projetam que o setor tem potencial para neutralizar as emissões de gases de efeito estufa provenientes das produções pecuárias e de soja até 2030.


Os pesquisadores apontam dois principais processos para a descarbonização da produção: a recuperação de pastagens degradadas, evitando o desmatamento, e os sistemas integrados de Lavoura-Pecuária-Floresta (LFP). Os documentos afirmam que a degradação dos pastos afeta diretamente a capacidade de suporte das áreas, e que esse processo, além de gerar prejuízos econômicos ao produtor, tem também impactos negativos ao meio ambiente.

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Brasil trabalha para cumprir a Agenda 2030 da ONU 2

Os sistemas LFP consistem em combinar diferentes tipos de produção agropecuárias na mesma localidade. Ou seja, o produtor terá uma rotatividade do uso do solo, entre lavoura e pecuária.
A pesquisa afirma que “a combinação de agricultura e pastagem dentro da mesma área leva a sinergias entre os componentes do sistema que podem gerar ganhos de produção, redução de custos e melhoria dos serviços ecossistêmicos de biodiversidade”. Esse tipo de integração ainda reduz os riscos de perda da atividade agrícola relacionados ao clima e à variação de preços de mercado.
(Fonte: CNN).

CONAB inclui divulgação do custo de produção de frangos de corte

O Portal de Informações Agropecuárias da Conab incluiu, a partir desta semana, o custo de produção de frangos de corte. Segundo nota da estatal, é possível comparar os gastos na atividade entre vários estados, além de acompanhar a evolução bimestral entre os dados apresentados. Há a possibilidade, ainda, de acessar dados isolados referentes a ração, produtos veterinários, mão de obra, transporte, etc.


Segundo a Conab, os estudos de custos de produção da Conab abrangem, além de aves de corte, culturas de inverno (aveia, canola, cevada, trigo e triticale); culturas de 1ª safra, culturas de 2ª safra, permanentes, semiperenes, regionais, caprinocultura/ovinocultura de corte, bovinocultura de leite e suínos, em empreendimentos empresariais, familiares e da sociobiodiversidade.

Preço do leite registra alta de 1,4%

Depois de registrar consecutivas quedas desde setembro de 2021, o preço do leite captado em janeiro/22 e pago aos produtores em fevereiro/22 registrou alta de 1,4% em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,1397/litro na “Média Brasil” líquida do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.


O enfraquecimento do consumo por lácteos era o fator preponderante que vinha ditando os movimentos de preços para toda cadeia produtiva desde o último trimestre do ano passado. Contudo, a desvalorização do leite no campo somada ao clima adverso e aos elevados custos de produção limitaram a produção de leite em janeiro, especialmente no Sul do País. Esse cenário, por sua vez, resultou em altas nas cotações – e essa inversão na tendência dos preços pode ser considerada um adiantamento do período de entressafra. Se, em dezembro, eram precisos, em média, 41,5 litros de leite para adquirir uma saca de 60 kg de milho, em janeiro, com a queda no preço do leite e a valorização do milho, o pecuarista precisou de, em média, 45,5 litros para a mesma compra. Isso significou uma redução de 9,7% no poder de compra do pecuarista de um mês para o outro. Para piorar, os preços de outros insumos, como suplementos minerais, antibióticos, adubos e corretivos, continuaram subindo, corroendo a margem do produtor de leite.

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Cotações

Dólar: R$ 5,11

Saca da soja: R$ 198,00

Saca de milho: R$ 93,00

Arroba do boi: R$ 300,00

Litro do leite: R$ 1,79

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