
Produtores de Chapecó e Xanxerê, especializados na produção de melancia e mandioca participaram de uma capacitação sobre boas práticas de agricultura conservacionista através do Sistema Plantio Direto de Hortaliças. O dia de campo realizado no Centro de Treinamento da Epagri de Chapecó abordou vários tipos de manejo entre eles, plantas de cobertura do solo, uso de biofertilizantes e produção de hortaliças, irrigação e fertirrigação na produção de hortaliças entre outras culturas.
Cereais de inverno podem minimizar falta de milho em Santa Catarina
Com a necessidade anual de mais de 7,6 milhões de toneladas de milho, Santa Catarina está buscando alternativas para reduzir o déficit e conseguir abastecer a cadeia produtiva relacionada à bovinocultura leiteira e de corte. Buscando resolver esse problema antigo que afeta a maioria dos agricultores catarinenses, em 2022, o governo pretende investir R$ 10 milhões no incentivo ao cultivo de cereais de inverno com fogo na produção de ração e silagem. O anúncio foi feito durante o Itaipú Rural Show em Pinhalzinho
O objetivo é liberar até R$ 300 por hectare efetivamente plantado, num limite de até 10 hectares. As informações referentes ao meio de acesso podem ser buscadas junto aos sindicatos e cooperativas as quais os produtores são associados.
Câmara dos deputados retira projeto de Lei sobre a taxação do milho
Durante a sessão da quarta-feira(02) Deputados retiraram do parlamento o Projeto de Lei 2.814 de 2021 que permitia a criação do imposto sobre as exportações de milho até 31 de dezembro de 2022. De acordo com a proposta, o objetivo era assegurar o abastecimento interno.
Segundo os produtores que criticaram com veemência o PL, a criação de entraves para a exportação do produto é injustificável uma vez que a produção interna é suficiente para abastecer o mercado consumidor brasileiro e ainda, vender o milho para outros países. Segundo a Aprosoja do Mato Grosso, outro detalhe importante apontado é que o produtor rural não escolhe o destino da sua produção, mas sim a indústria adquirente, que a entrega àqueles com quem firmou contratos antecipados, mecanismo de compra que está à disposição também dos players internos.
Seca faz aumentar preço da carne
A estiagem que assola os três estados do Sul do país deve representar uma perda respectiva de 70% e 50% no milho e na soja. Sendo um dos principais componentes para a alimentação do plantel, os dois produtos foram altamente prejudicados durante a safra e com isso, os custos para a produção da proteína animal devem aumentar, resultado da baixa produtividade na lavoura.
Especialistas afirmam que não existe outra alternativa que não seja repassar o preço ao consumidor que infelizmente vai pagar mais caro. Nos mercados, os reflexos já devem começar a ser registrados nos meses de fevereiro e março com relação ao custo da carne de frango e pode se estender a bovinocultura e suinocultura.
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Cotações
Dólar: R$ 5,30
Saca da soja: R$ 182,00
Saca de milho: R$ 95,00
Arroba do boi: R$ 290,00
Litro do leite: R$ 1,79
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