segunda-feira, abril 13, 2026
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Ministra Tereza Cristina representa governo em Roma; Aurora importará milho para garantir produção


Aurora importará milho para garantir produção

Para manter a terceira posição nas exportações de carnes suína e de aves a Cooperativa Central Aurora Alimentos vai garantir a alimentação em suas granjas e dos cooperados com a importação de milho.

Com unidades produtivas em vários estados, a informação foi confirmada ontem sobre a intenção ao Money Times, através de assessoria de comunicação.

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A escassez do cereal, em meio a plantio tardio, seca e geadas, impulsionando os preços, estimulam essa situação.

Seguirá o movimento da JBS, anunciado nesta semana de trazer 30 navios da Argentina, o que corresponde a 1 milhão de toneladas de milho.

Embora não tenha informado prazo para esse movimento de importações, nem volumes, a Aurora informou que várias fontes fornecedoras estão em estudo, além dos vizinhos argentinos.

O consumo médio diário da Aurora é calculado em 100 carretas, cuja necessidade é de originar, a maioria, do Mato Grosso.

Ministra do MAPA em Roma

A Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Tereza Cristina está representando o governo brasileiro na Pré-Cúpula de Sistemas Alimentares, realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) até hoje, em Roma. Ela participa de painéis e reuniões bilaterais para debater o aprimoramento dos sistemas alimentares a nível global. Estão sendo realizadas reuniões bilaterais com ministros de países europeus e representantes de organismos internacionais.
“Nesses encontros, pretendo ressaltar que não há uma solução única para a sustentabilidade dos sistemas alimentares e que a imposição de modelos alheios às realidades locais não funcionará. Pelo contrário, poderá resultar em mais fome e escassez. É essencial portanto, que a Cúpula reconheça a diversidade de caminhos para sistemas alimentares sustentáveis”, explica a Ministra.

Foto: Assessoria/MAPA

Agosto mês de oportunidades para capacitações no SENAR/SC

Tratores e implementos agrícolas – operação e manutenção, Artesanato em tear com lã de ovelha, Produção caseira de massas para congelamento, Processamento de carne suína, Motosserra – operação e manutenção no corte de árvores, Inseminação artificial em bovinos, Conservas de frutas, hortaliças e temperos, Operação e manutenção de roçadeira e Colheitadeiras automotrizes – operação e manutenção. Esses são alguns dos 24 cursos gratuitos promovidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/SC), órgão vinculado à FAESC, no mês de agosto.

A programação no Estado conta com 274 capacitações em diversos municípios de todas as regiões. A iniciativa tem por objetivo auxiliar no desenvolvimento da produção de alimentos de forma sustentável e promover avanços sociais no campo.


Geadas causam grandes prejuízos e preocupação ao cultivo do Café

Produtores de café arábica dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, que abrigam algumas das principais regiões produtoras do Brasil, contabilizam os prejuízos causados por duas geadas consecutivas que atingiram as lavouras. De origem africana, o cafeeiro é sensível ao frio e, dependendo da intensidade, a geada pode até matar a planta. O governo federal tem usado imagens de satélite para dimensionar o tamanho do estrago, mas já admite o impacto na safra de 2022.

A última geada foi mais severa do que a anterior do final de junho. O Brasil produz uma média de 60 milhões de sacas de café por ano.

Rio Paraná atinge o menor nível nos últimos 77 anos

Navios graneleiros que partem do polo agroportuário argentino de Rosário estão tendo que deixar os terminais com 25% de carga a menos que o normal, devido a baixa histórica do Rio Paraná, que não se espera que melhore nos próximos meses, afirmou na semana passada a Câmara de Portos Privados e Comerciais.

O Paraná é a hidrovia por onde saem para o mundo 80% das exportações de grãos e produtos da indústria agrícola da Argentina, um importante fornecedor de alimentos mundial.

Entretanto, devido à prolongada escassez de água na bacia do Paraná, no sul do Brasil, o rio atualmente se encontra em seu menor nível dos últimos 77 anos.

Se a situação não melhorar, e não há nada que sugira que melhore, o percentual da carga transportada poderá estar afetado em até 40%.

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