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Cultivo de arroz causa preocupações; Peste Suína Africana é tema de simpósio


Nova plataforma

Desenvolvida pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a Plataforma de Monitoramento de possíveis Geadas no Brasil já está disponível para os usuários no portal.

A plataforma apresenta um mapa de possíveis ocorrências de geadas baseado nos dados registrados pelas Estações Meteorológicas Automática.

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É importante ressaltar que o mapa indica apenas a possibilidade da ocorrência de geada, baseada na temperatura mínima registrada pela Estação Meteorológica automática naquele local. Diferentemente das estações convencionais que contam com um observador meteorológico que visualmente constata o fenômeno e faz o registro da ocorrência e sua intensidade.

Preocupações no cultivo de arroz 1

Santa Catarina registrou uma redução de área de 0,79% no cultivo de arroz na safra 2020/21, mas a produção se manteve praticamente idêntica a alcançada na safra passada: 1,25 milhão de toneladas. Segundo a Epagri/Cepa, isso se deve ao aumento de produtividade no Sul Catarinense, que hoje concentra 67% da produção estadual do grão. SC permanece na segunda posição entre os estados produtores de arroz, contribuindo nesta safra com aproximadamente 11% da produção nacional.

Em 2021, produção de arroz se manteve praticamente idêntica a alcançada na safra passada: 1,25 milhão de toneladas.

Foto: Epagri

Preocupações no cultivo de arroz 2

Em Santa Catarina, os preços médios pagos ao produtor no mês de junho recuaram 9,7% em relação a maio, fechando o mês em R$ 79,31/saca de 50 kg. Na comparação dos últimos 12 meses, no mercado catarinense, em termos reais, o preço pago ao produtor está 5,5% acima daqueles praticados há um ano.

Segundo a Epagri/Cepa, nesse momento o cenário da produção e do mercado de arroz ainda é favorável ao produtor, contudo, alguns aspectos devem ser considerados. O setor segue acompanhando o comportamento do mercado consumidor, que se mantém aquecido, outro aspecto importante é o dólar, que ainda se mantém elevado em 2021. Por outro lado, as exportações têm apresentado redução nesse primeiro semestre, em comparação ao mesmo período do ano de 2020.

Peste Suína Africana

A identificação de Peste Suína Africana na China em 2018 deixou o mundo em alerta, pois a doença é altamente contagiosa e não tem cura, nem tratamento. A China é o maior produtor e consumidor de suínos do mundo, mas o surto da doença dizimou 60% do plantel do país. Somente em 2021, foram 11 surtos que foram oficialmente reportados e com novas variantes do vírus presentes. A doença também atingiu países da Europa e, nos últimos dias, a Alemanha.
O Brasil é referência na produção de suínos e beneficiou-se o aumento da exportação devido a situação mundial, ampliando os embarques para a China. A Peste Suína Africana será o tema abordado no 13º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura.

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