Tabata sofreu abuso sexual antes de ser assassinada, diz delegado

O velório é realizado em Balneário Camboriú e o sepultamento serà às 14h30 desta tarde.

Tabata foi assassinada por esganadura, em Umuarama, no Paraná. (Divulgação)


Na noite desta quinta-feira (28), o delegado-chefe da Polícia Civil em Umuarama,  Osnildo Carneiro Lemes, confirmou que a menina Tabata Fabiana Crespilho Rosa, de 6 anos,  foi abusada sexualmente antes de ser morta.

O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) deve ser concluído somente na tarde de sexta-feira (29), mas o médico-legista já antecipou que foi constatada a violência sexual. O delegado também afirma que a morte da menina foi por esganadura.

 
 

A polícia prendeu, na noite de quarta-feira (27), o homem suspeito de matar a menina. Ele confessou o crime durante depoimento e levou os policiais até o local onde havia enterrado o corpo de Tabata.

Conforme o delegado, o suspeito já matou uma adolescente, de 15 anos, há sete anos, em Chopinzinho, no sudoeste do Paraná. Ele cumpria pena em regime semiaberto por este crime.

Velório

O Corpo de Tábata é velado, desde o começo da manhã desta sexta-feira (29) na Capela Mortuária do bairro dos Municípios, na cidade de Balneário Camboriú. O corpo será sepultado às 14h30 desta tarde. 

Relembre 

A pequena Tabata Fabiana Crespilho, de apenas seis anos, estava desaparecida em Umuarama, no Paraná, desde a última terça-feira (26). Nesta quarta-feira (27), um suspeito foi preso pela Polícia Civil e confessou ter assassinado a menina. O homem seria conhecido da família da criança. 

O suspeito, Eduardo Leonildo da Silva,  de 30 anos,  foi interrogado e teria confessado que assassinou a menina, conforme publicou o G1. Após a prisão do homem, moradores tentaram invadir a delegacia da cidade.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Fernando Martins, o suspeito foi transferido da delegacia após o início da manifestação. O homem teria sido levado a outra unidade da região.

Pai da menina morou em Chapecó

O clicRDC conversou com familiares de Tabata, que informaram que o pai da menina, Fabrício Junior da Rosa, é natural da cidade de Caxambu do Sul e, ainda pequeno, mudou-se para Chapecó. Há cerca de 14 anos mudou-se para Balneário Camboriú, onde conheceu Fernanda, com quem teve Tabata. O casal se separou há cerca de três anos, quando mãe e filha foram morar em Umuarama. O pai continua  em Balneário Camboriú.

Tumulto 

Um grande tumulto aconteceu em frente à delegacia, onde o homem prestava depoimento. Um vídeo, que circula nas redes sociais, mostra o momento em que a delegacia é depredada por populares: