Defesa de Cleidenara Weirich: Testemunhas contrapõem acusações do Ministério Público

13 testemunhas de defesa depuseram na semana passada.

Para a defesa é enfatizada a importância da medicina hiperbárica e a atuação de Cleidenara como líder. (Super Condá)


A Operação Manobra de Osler, que investiga a existência de um esquema de desvios na Saúde de Chapecó, devido aos altos valores destinados à clínicas da cidade, está agora na fase de oitivas de testemunhas.

Na semana passada, 13 testemunhas de defesa depuseram, totalizando 5 horas de depoimentos. Os réus, Cleidenara Weirich (PSD), Josemar Weirich, preso preventivamente, Gilvana Schneider, Paulo Utzig e Geisa Muller de Oliveira, acompanharam os depoimentos. Já o médico Carlos Alberto Machado, não estava presente.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), as suspeitas são de pagamentos por exames e procedimentos desnecessários ou que não foram feitos. Teriam sido desviados cerca de R$ 1,4 milhão para serviços de medicina hiberbárica.

A defesa de Cleidenara foi enfática ao apontar a importância da medicina hiberbárica, na tentativa de justificar o alto repasse de recursos. A atuação da política como líder também foi destacada pela defesa.

Nesta sexta-feira (02), José Cláudio Caramori, ex-prefeito de Chapecó, depõe, mesmo após a defesa solicitar o cancelamento do depoimento de Caramori, alegando que ele seria irrelevante.