A propaganda eleitoral chegou ao fim, mas você já conseguiu definir seus candidatos? - ClicRDC | Notícias de Chapecó e do mundo

A propaganda eleitoral chegou ao fim, mas você já conseguiu definir seus candidatos?

Com o fim da propaganda na tv e no rádio, as redes sociais serão grandes aliadas para esse momento.

Escolher os candidatos que irão ocupar as vagas do senado e da câmara dos deputados, o governo dos estados e até a presidência do país, não é uma tarefa tão simples e para facilitar a escolha o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  disponibiliza a propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio. Neste ano a propaganda teve algumas mudanças, como a redução do tempo. As divisões foram feitas das seguinte forma: Para governador foram 10 minutos, e mais 10 minutos para deputados estaduais. Já a propaganda de senador tiveram 5 minutos.

Mesmo com 35 dias de propaganda eleitoral gratuita, nem todas as pessoas conseguiram escolher seus candidatos. Em Santa Catarina, são nove candidatos a governo do estado, ao senado são 14, para deputado federal são 214 e 469 para deputado estadual.

Com um tempo tão curto e com uma quantia significativa de candidatos fica mais difícil a escolha.

O professor é especialista em Marketing e Comunicação Política Vagner Dalbosco, esclarece o papel das propagandas eleitorais na TV e no rádio “Até o dia 04/10 a propaganda eleitoral e os debates cumpriam um papel, mesmo que não exerçam a mesma influência, interferência e uma atratividade que ofereceram em campanhas anteriores.”

Segundo o professor, existem outros três fatores que influenciam os eleitores na hora da escolha: a família e os amigos, os veículos de comunicação e as redes sociais digitais. “A família e os amigos exercem uma grande influência na hora da escolha dos candidatos, mas perderam força devido ao crescimento das redes sociais digitais. Eles são uma fonte, mas com o cenário de polarização no Brasil, há grandes rachas para a definição de candidatos. A racionalidade tem dado lugar para a emoção e por esse fator existem muitas discussões e brigas, por conta de abrir mão de convicções políticas.” afirmou.

Vagner também explicou que os veículos de comunicação continuam sendo uma das principais fontes de informação. Mas ressaltou que “o público precisa perceber se o veículo que está acessando apresenta propostas e faz questionamentos com relação a diferentes candidatos”.

Como é visível as redes sociais digitais ganharam muito espaço nesta eleição, mas o cuidado com o as informações deve ser redobrado “Em função de que grande parte das informações que circulam nas redes e grupos de whatsapp, são desinformações. Nem sempre os meios utilizados são com notícias verdadeiras e as vezes o uso é até para gerar nas pessoas uma simpatia ou antipatia por determinado candidato”, explanou o professor.

Pesquisar e fazer análises ainda é a melhor forma de conseguir encontrar um candidato que se aproxime de seus interesses.

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