"Fiz tudo que era humanamente possível", diz controladora do voo da Chape - ClicRDC | Notícias de Chapecó e do mundo

“Fiz tudo que era humanamente possível”, diz controladora do voo da Chape

 

A colombiana Yaneth Molina lançará no dia 17 de novembro um livro onde explica  os aspectos técnicos sobre o acidente que deixou 71 mortos no voo da Chapecoense. Ela trabalhava no controle dos voos no aeroporto de Medellín. Foi ela a última pessoa a ter contato  com o piloto do avião. 

Capa do livro

Capa do livro “Eu também sobrevivi”, escrito por Yaneth Molina em parceria com seu marido, o também controlador de voo Carlos Acosta García (Foto: Divulgação/Yaneth Molina)

 

O portal G1 entrevistou a controladora, que explicou que o livro tem como objetivo dar forma ao que ela sentiu durante o acidente e depois, quando chegou a sofrer ameaças e a passar um período sem sair de casa.

“Estava absolutamente segura de que fiz as coisas bem feitas, fiz tudo que era tecnicamente obrigatório e o que era humanamente possível”, disse Yaneth.”

Segundo o jornal colombiano “El Tiempo”, em agosto de 2017, os peritos da polícia que se debruçaram sobre as ações de Yaneth concluíram que ela “cumpriu com todos os procedimentos estabelecidos em seu manual de funções e que suas instruções não incidiram no posterior acidente da aeronave, que terminou batendo no Cerro Gordo”.

“Uma das coisas que ainda não entendo é por que a tripulação ficou calada, ou omitiu as informações sobre a emergência. Quando realmente emitiram o sinal de emergência, era praticamente dois minutos antes”, falou ao G1. 
 
 
 
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